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ícones, bonequinhos, desemprego estrutural, elevadores, exército de reserva, marxismo, minorias, placas, Schindler

Liam Neeson interpretando Oskar Schindler no filme 'A Lista de Schindler', de Spielberg (fonte: http://www.dvdactive.com)
Quem não se emocionou ao assistir a história de Oskar Schindler interpretada nas telas por Liam Neeson? Quem não se comoveu com a história do homem que arriscou a vida para salvar estranhos do genocídio nazista? Quem não busca inspiração neste modelo de generosidade?
Não é o seu caso?!
Bom, não importa, este post não é sobre Oskar Schindler e sua história mesmo.
O Schindler do título é outro, é o Schindler suíço, fabricante de elevadores (lembra, os elevadores Atlas-Schindler), que, ao contrário do seu xará tcheco (pois é, o Schindler do filme era tcheco e não alemão), não parece ter uma índole tão nobre assim. Na verdade este post é uma denúncia da promoção de desemprego estrutural por parte dos fabricantes de elevadores.
Reparem nas fotos abaixo elas são um flagrante desta prática.
E então? Viu? Se não viu eu conto.
Ambas as fotos foram tiradas em elevadores fabricados por esta companhia, e em ambos podemos ver o mesmo problema: a promoção do desemprego estrutural entre os bonequinhos, ícones, que representam a capacidade média de transporte dos elevadores.
Em ambos os casos a capacidade descrita não corresponde ao número de bonecos utilizados! Por quê? Esta é a pergunta que não quer calar. Há apenas duas respostas possíveis para esse mistério:
- A fabricante de elevadores contrata menos bonequinhos que o necessário visando manter o exército de reserva deste tipo de trabalhador, os ícones, e rebaixar seus salários de forma aviltante. Com esta prática eles podem diminuir os salários dos mesmos, pois com o desemprego assim gerado há milhares (quiçá milhões!) de outros bonequinhos ávidos por conseguir esta mesma vaga e que topariam o trabalho por um salário muito abaixo do que poderia ser considerado uma remuneração justa.
- Quem faz as plaquinhas não sabe contar.


